14/09/2009
Usa el amor como un puente
Disfrutála!
http://www.youtube.com/watch?v=xnST22Jlp5U
Hoy te busqué
En la rima que duerme
Con todas las palabras
Si algo callées porque
Entendí todo
Menos la distancia
Desordené átomos
Tuyos para hacerte
Aparecer
Un día más, un día más...
Arriba el sol
Abajo el reflejo
Ve cómo estalla mi alma
Ya estás aquí
Y el paso que dimos
Es causa y es efecto
Cruza el amor, Yo cruzaré los dedos
Y gracias por venir, Gracias por venir
Adorable puente
Se ha creado entre los dos
Cruza el amor
Yo cruzaré los dedos
Y gracias por venir, Gracias por venir
Adorable puente......
Cruza el amor, Cruza el amor
Por el puente
Usa el amor, Usa el amor
Como un puente
08/08/2009
sonhos
essa noite, sonhei com um poema. ele era interessante, a começar pelo título "Oi, Terra". No próprio sonho eu tive a impressão de ele fazer um pouco de publicidade para as respectivas empresas, mas a sua mensagem era algo de que quem está na Terra tem que se ligar e dar muito amor para que a indiferença e violência acabem, pois nada é maior que o amor.
que lindo... hehehehe
o mais intrigante foi que ele era assinado por uma tal de Ana alguma coisa.
por hoje, eu só queria registrar isso.
Nicolette
19/04/2009
Colorado, Colorado, nada vai nos separar... Somos todos teus seguidores, para sempre vou te amar!
Musica e cheiros - mais do mesmo
Assim como a Música, os cheiros são marcantes para mim. Eles marcam pessoas, sons, cores, ocasiões, sentimentos, expectativas e lembranças e a lista poderia continuar.
Algumas músicas me marcam mais do que algumas pessoas.
Alguns cheiros representam mais do que palavras.
A Música quase sempre é uma ótima companhia para mim e o cheiro faz o clima ficar mais completo.Para mim, Música e os cheiros uma forma de reviver (uma época), são uma forma de viver novamente (renascer das cinzas), de inovar a partir do mesmo e de continuar a mesma.
Recomendações:
Amelie Poulain
Viajar
Ouvir os sons do mundo
Beatles
ah, recomendações não servem para muita coisa, só para dizer um pouco de coisas que gosto.
10/01/2009
Vivir con sentidos: sobre Cheiros e Música, com pitadas de cidadania
Em Bogotá há uma campanha muito interessante de cidadania que é chamada "Bogotá sin indiferencia". Uma das iniciativas dessa campanha é voltada para jovens: "Vivir con sentidos" que tenta mostrar como a vida pode ser sem o uso abusivo de qualquer tipo de drogas, uma vida com os SENTIDOS. O sentido da vida seria melhor percebido quando podemos ter nossos sentidos livres?
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Parte II - TOC de todos nós
Querer sentir tudo que for possível é um TOC que tenho...
...deslumbrar-me com as cores da estação por onde passo me faz esquecer do que tenho que lembrar...
...ouvir e cantar me dá alegria...
...passar por paredes e toca-las é indispensável...
...desvendar cada sabor comida tem é um prazer único...
...respirar fundo por onde se vai dá o oxigênio que precisamos...
Isso é sério... às vezes fico meio autista porque quero sentir tudo! hahahahha... só rindo mesmo... mas se os outros não me entendem, azar, pois eu me entendo.
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Parte III - A continuação
Agora de que adianta gozar destes sentidos se o que vemos e vivemos nem sempre agrada? gente estúpida, falta de respeito, egoísmo e outras coisas que incomodam muito, quando muito evidentes numa sociedade.
Acho que gosto daquela campanha de "Bogotá sin indiferencia: vivir con sentidos" porque ela reúne viver os sentidos individuais para ter um sentido coletivo mais chevere, i.e, mais legal.
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Parte IV - Ao nosso redor
O que está acontecendo com o Brasil? Com o mundo? Com o mundo a nossa volta? Estaria nos faltando dinheiro? Amor? Educação? Che boludo, que pasa acá!? Acho que mais do que uma educação formal ou de "conteúdo" precisamos é aprender a sermos cidadãos. Mas quando é que se fala de atitudes, conceitos, ética, responsabilidade individual e coletiva, amor, sociedade? Em determinados grupos esse tema chega ate ser discriminado, chato, abolido.
Parte V - Final
Este post não vai ter fim.
26/07/2008
razão e emoção
Esse testezinho http://img.photobuc/ket.com/albums/v627/Phoenyx_BR/mulher_que_gira.gif dá indicações de "Com que lado do cérebro voce trabalha". Para mim, o resultado disse que sou mais racional... Mas é que ele não entende que minha emoção está ligada com a minha razão. Esses dois sentimentos não podem ser separados, como costumamos fazer, assim como não se pode separar a noite do dia e o bem do mal.
Eu me achava super-mega racional, até que um tempo atrás parei para pensar (muito racionalmente) no que eu faço como me motivo para fazer e etc. Aí me dei conta que tomo atitudes com muita emoção, mas tendo uma justificativa racional. Se isso é bom ou ruim, também não me importa, sou um pouco assim.
Essa é uma pergunta beeem sacana. Sei que, conhecer novos lugares e maneiras de viver satisfaz essa minha loucura de conhecer um pouquinho do que é o mundo. Talvez seja essa a minha missão atual, saber um pouquinho mais de como é o nosso mundo, para saber interagir com ele e mudá-lo, quem sabe, para aquele esperado lindo mundo, que até me faz chorar.
13/04/2008
"Vamos descobrir um tesouro naquela casa?
- Mas não há nenhuma casa...
- Então vamos construí-la!"
Groucho Marx
"É melhor sonhar a vida do que vivê-la, ainda que vivê-la seja ainda sonhá-la."
Proust
"Dizem que eu finjo ou minto tudo o que escrevo. Não. Eu simplesmente sinto com a imaginação."
Fernando Pessoa
"Nenhum pessimista jamais descobriu os segredos das estrelas, nem velejou a uma terra inexplorada, nem abriu um novo céu para o espírito humano."
Helen Keller
"O povo que subjuga outro forja suas próprias cadeias."
Karl Marx
11/01/2008
Bairrismo mundial
Alguns me perguntam "o que tu prefere este ou aquele país" ou "qual é melhor e onde as pessoas são legais". Essas perguntas são muito canalhas porque eu (que tento ser politicamente correta) não acho que tenha somente uma resposta correta. Agora... sobre algumas coisas já tenho melhor percepção, depois dessas experinências de intercambio e viagem por países da América do Sul e Estados Unidos.
Um aspecto muito interessante é sobre o "ser tu" e o "ser brasileiro" ou "ser gaúcho". Ser brasileira é muito interessante. Sou porto-alegrense, gaúcha, brasileira, latino-americana e “mundana”. Mas afinal, o que significa fazer parte de uma cultura? E o que tu, como indivíduo único, tem a ver com a tua cultura?
Dizem que brasileira é mulata e dança samba. Eu não sambo e nem sou mulata. Aliás, não conheço muito as nossas músicas que fazem sucesso internacionalmente e conheço menos a música gaúcha, conhecida no Brasil. Meu sotaque é brasileiro, gaúcho ou “de Porto”? Os nossos queridos chimarrão e churrasco, por exemplo, são gaúchos ou argentinos?? Ora.... A cultura não tem fronteiras! "El gaucho",na Argentina, usa lenço vermelho no pescoço e calça de bombacha, laça o gado e faz churrasco. E este gaucho também aparece no sul do Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia e quem sabe que outros lados mais. Outro aspecto que me mostra que a cultura não pertence a um país é o doce de leite (nos países sul-americanos que estive ele é considerado super típico)... sim, temos influências parecidas, o delicioso dulce de leche (Argentina/Uruguai), o tradicional arequipe (Colombia) e o suave manjar blanco (Peru). Eu poderia, ainda, citar inúmeras outras coisas que achamos exclusivas da "nossa terra", mas que na verdade fazem parte de um traço cultural muito mais abrangente.
E onde ficaram as pessoas, no meio de todo esse bla-bla-bla cultural? As pessoas dão uma ótima temperada nas suas culturas. São elas que colocam humaninade, inteligência, integração e sei lá mais o que na evolução das culturas. São elas que reduzem os espaços no tempo e distâncias existentes, usando tecnologia e viajando (low fare companies, we love you!). São elas que mudam quando não concordam com algo, por mais que tenha sido feitos por gerações anteriores (há espanhóis questionando a tourada...). São elas que tornam o previsível em inesperado. Meu conselho?
Depois de toda essa divagação, deixarei algumas palavras. Só entenderá quem tiver que entender, os outros não estão na sintonia da mensagem.
Você sabia que...
- a Floresta Amazônica é brasileira, peruana, equatorina, colombiana e até venezuelana?
- tem muito "gaúcho macho" que chora (e admite) e norte-americano que não acha a "América"o centro do Universo (e não se encaixa no perfil norte-americano que rola por aí)?
Dicas para viver:
- persista no que acredita, lute;
- a vida deve ser vivida, não consumida;
- se libertar para o amor, a esperança e a reflexão ajuda na liberdade de viver plenamente;
- há mais coisas, que não consigo contextualizar. Talvez não seja a minha hora.
05/01/2008
Coisas que eram para ser
Momento nostalgia... falando de coisas que eram para ser.... e se...
- em Bogotá eu e os demais estrangeiros iríamos ficar numa casa só para nós. Como teria sido, eu não sei. Mas sei que ficando na casa onde fiquei pude conviver muito com uma (agora) grande amiga minha, lá mexicana loca y terrible, Claudia, alem de conviver com uma família incrível e super receptiva e de poder usar aquela casa prometida para fazer festas gigantes que seriam terríveis caso eu morasse na casa e tivesse que limpar no dia seguinte!
- eu tivesse feito engenharia de materiais, turismo ou química na facul... o que eu estaria fazendo hoje?
Ta, essa coisa de ficar pensando no "e se" eh um saco! e se, e se, e se, e se... Que coisa ridícula!!! eu diria que isso é um bom treino para ser escritora de ficção, mas não ajuda muito na realidade. Ou sim? Será que podemos viver realidades paralelas?? e se isso fosse possível!? hahahahahaha e se, e se, e se. Não que eu não esteja satisfeita para onde minhas decisões me levaram no meu destino, mas acho que tenho tanta vontade de viver tudo, que quero que essas realidades paralelas coexistam, e nos meus mundos imaginários de "e se" eles existem, nem que seja por alguns momentos.
Aliás, falando de mundos imaginários, qualquer dia tenho que falar dos meus sonhos malucos, com detalhes e viagens (tanto de ir para outros lugares quando no de "bah, meu, viajou....").
Até agora, eu falei, falei, mas não disse nada. Não disse nada porque tudo que escrevi serviu (e está servindo) para eu descobrir a minha área limite do meus destino. Sim, eu sei que isso é meio louco, mas é isso aí. Isso é uma coisa muito importante para mim e garanto, esse é um caminho cheio de curvas, trancos, barrancos e paisagens que passamos, mas no final (existe final?) sempre tem uma cachoeira, pote de ouro e felicidade, por mais que não se creia em gnomos.
Sei que está meio confuso, mas esta sou eu, eu sou esta e se tu me conhece, tu entendeu meu recado. E se tu não entendeu, talvez não me conheça tão bem.
fui, por enquanto. Volto assim que o meu sinal de psicografar pensamentos, realidades, sentimentos e outras coisas volte.
04/10/2007
Vamos Brincar de Índio!
Acho que de tanto cantar essa música da Xuxa, quando criança e de ouvir minha mãe me chamar de indiazinha, virei meio índia pois adoro fazer "programas de índio".
A minha última atividade indígena foi aqui na Colômbia, quando fui para a praia, isto é, para o lindo Caribe.
Voltando a Cartagena, conheci o centro histórico que é lindo! Se chama Ciudad Amurallada (cidade com muros). Esse nome porque há muitos séculos construíram muros em volta da cidade para a proteger de ataques de piratas! Era início da noite e índio dorme cedo. Os hotéis por ali estavam muito caros e resolvi dormir na praça. Não deu muito certo, antes mesmo de eu pensar em dormir, enquanto eu estava vendo o que eu faria no dia seguinte, chegou um guardinha turístico e começou a puxar papo. No fim, ele me indicou um Hotel (muquifinho, mas desde quando índio se importa) onde paguei menos de 1/3 do que queriam me cobrar em outros (muquifinhos melhor localizados). Dormi e vivi. Acordei e fui direto para a Rodoviária, rumo ao Parque Tayrona: um reserva Nacional com mais de 30 praias.
Mal eu sabia que este dia seria o mais agitado! Levei em torno de 7 horas para fazer uma viagem de +- 300km. Eu tinha que tomar 3 ônibus para chegar ao meu destino. E foi o que aconteceu. O problema é que nossos queridíssimos amigos costeños fazem os ônibus pinga-pinga ficarem parados enquanto não lotam. Acho que fiquei umas 2h parada só esperando encher o maldito. E dá-lhe indiada.
Bom, perto das 16h cheguei na entrada do Parque Tayrona. Entrei! Uhu, agora é que começa minha indiada natural! No parque, o meio de transporte é cavalo ou caminhar. Como sou índio de raiz (no novo mundo não havia cavalos) e sem muita coisa para escambar, fui rumo a primeira praia da maneira tradicional, caminhando. Logo no inicio desta jornada, começam os tratamentos naturais de beleza: fiz uma esfoliação nos pés, pois a trilha estava toda cheia de lama e merda de cavalo. Depois de 1h de caminhada dura, chego na primeira praia, a de Arrecifes, me jogo na areia e fico um tempinho curtindo o sol, a areia, o vento e o barulho do mar! GRAÇAS A DEUS, aqui não tem vendedores te aporrinhando!! Começa a escurecer e índio tem que dormir. Entro num dos campings e alugo uma rede: sim, índio dorme em rede, nem que seja alugada.
A noite foi boa, acordei um pouco antes das 6h, logo depois que o sol chegou. Parto em rumo a outra praia, a do Cabo, que é uma praia de águas mais calmas e cálidas. O caminho foi muito bonito, passando por praias menores e pelo meio do mato. Então foi aí que os mosquitos começaram a me atacar. Desta vez resolvi não dar bola para eles, e no final da viagem tinha mais de 40 picadas... que eu posso fazer se eles me amam anyway e anywhere?
Na praia do Cabo foram 2 noites e redes lado-a-lado.Me senti num Big Brother tanto que numa noite até sonhei que estava participando do BBB. Nesse lugar paradisíaco minha rotina era: acordar cedo, escolher um lugar na sombra da praia, passar protetor e ficar entre areia, sono, mergulhar, ouvir música, mergulhar, pensar na vida, mergulhar e pensar em não voltar mais para a civilização. Até me arrisquei a conhecer a uma praia dita “de nudismo”, que era vazia e não tão bonita. Voltei para a minha tradicional sombra da praia do Cabo.
Meu espírito guerreiro de índio me avisou que era hora de voltar para casa. Então, no meu quarto dia no parque tenho minha jornada de quilômetros e quilômetros para chegar até a saída do parque e a estrada e depois de um dia chego de volta a Bogotá.
Bom, na minha lista ainda falta caçar, pescar e pintar a cara com urucum (ah, isso já fiz quando fui para San Agostín!), mas já me considero índia honorária! E agora, qual será meu próximo progamaço de índio!?? bububububububu
17/09/2007
Comer, comer
É praticamente impossível comer um prato aqui que não tenha arroz, milho ou banana (se não tiver os três!) Eles comem muiiita banana, aliás, existe mil e uma maneiras de preparar e comer banana! banana verde, madura, frita, com galinha, crocante, com tomate, guacamole, doce... Tem uma comida chamada Patacón que a base é feita com banana e leva vários recheios e tenho que aprender a fazer ela! A mesma coisa acontece com o milho: com ele se faz o tamal (que é uma espécie de pamonha), a arepa (que é uma espécie de polenta branca), com e sem recheios e até a empanada colombiana é feita com massa de milho. ¡E isso tudo eu adoro!
Ainda, dizem que a Colômbia tem o melhor café do mundo. Não sou nenhuma entendedora de café, mas realmente não consigo suportar o chafé que eles fazem... até pode ser que a qualidade deles seja melhor que a nossa, mas eles estragam preparando o café com muita água. Aliás, na minha primeira semana me ofereceram “tinto” as 2PM. Pensei “vinho a esta hora da tarde! Se começa cedo aqui!!”. Cinco minutos depois, já com o tinto na mão, descobri que essa é a maneira que eles chamam o “cafezinho” em Bogotá.
Agora... uma coisa que não suporto é qualquer comida com coentro (e muita comida aqui leva esse tempero terrível). Ainda sobre comidas “ruins”... incrivelmente como mondongo aqui! Mas podem tirar o cavalinho da chuva, no Brasil não voltarei a comer, de longe não é meu prato favorito! E uma coisa que não consigo conceber é que no café da manha eles comem comidas pesadas, como a janta da noite anterior esquentada...
Do que tenho saudade: dos doces brasileiros, sushi, Toddy e de comida caseira! Quase todos os dias como no “Comedor Popular” que a ARB tem, que é um tipo de RU. É bonzinho, mas enjoa.
Inesperadamente, existem algumas comidas quase iguais, como rosca! Eu amo rosca, e eles também, assim como o pão de queijo, que existe um muito parecido, mas não tão bom. Obvio que também se come (e se ama) muito doce de leite, mas aqui chamam de arequipe (no Peru de manjar blanco, na argentina dulce de leche... enfim, muitos nomes para uma mesma delicia!).
Vou parar por aqui que “eso ya me esta entojando” ou que “já me ta me dando gula!”.
Hasta Luego
Nicoleta
04/09/2007
O que eu faço aqui
Em Bogotá estou trabalhando na ARB (Asociación de Recicladores de Bogotá), que seria a associação que reúne as cooperativas de catadores de lixo daqui (os papeleiros, aqueles que ficam buscando lixo reciclável na rua ou em lixões). A prefeitura do município, aos poucos, está implantando o sistema de coleta seletiva de lixo e, por isso, muitos dos catadores ficarão sem trabalho, pois este lixo não irá nem para a rua e nem para os lixões... meu trabalho é ajudar a estruturar as cadeias produtivas da reciclagem aqui, para ver novas alternativas de trabalho.
Cheguei em junho e logo comecei a trabalhar. O pessoal aqui é muito legal, e até mês passado a Lisi (que também veio pela AIESEC Porto Alegre) estava trabalhando aqui (ela chegou dois meses antes de eu chegar).
Esta é a equipe de trabalho que tenho na ARB:As coisas acontecem muito lentamente, mas está valendo a pena: estou conhecendo um pouco da realidade dos catadores, a visão que a sociedade tem sobre eles e como funciona o sistema de coleta de lixo aqui. Outra coisa que observo é que a coleta seletiva está engatinhando ainda... a sociedade, de maneira geral, não separa o lixo! Isso até aquelas pessoas que tem conhecimento. O governo está começando a fazer campanhas de educação neste sentido, mas ainda não se vê muitos efeitos. Eu gostaria de estar aqui para ver como e em quanto tempo da sociedade se educará.
17/08/2007
Viajando por aí!
Medellin é uma cidade linda, mais ou menos do porte de Porto Alegre. entre idas a parques com cascatas, laguinhos e de diversões, conhecemos a cidade. Fomos divididos em grupos para fazer um louco recorrido sobre os principais pontos da cidade. Meu grupo tinha: uma russa, um italiano, dois americanos, dois brasileiros e um ucraniano para perambular pela cidade. O que conhecemos?
BOTERO é o maior artista da atualidade colombiana. O que vi foram dezenas de estátuas fofinhas que ele faz. Uma coisa interessante foi ver uma escultura dele explodida (sim, algum grupo daqui colocou uma bomba na década de 90 na estátua). Logo após o ocorrido, Botero fez outra estátua igual Hoje, há as duas estátuas na praça, uma ao lado da outra. Quase iguais, se não for considerado o buracão da que foi explodida!
Como toda "boa" cidade grande sul americana, Medellin tem FAVELA. Demos uma "sobrevoada" por ela... é incrível, um favelão, talvez até comparado àquelas do Brasil. Mas como assim, sobrevoaram??? Faz alguns anos que, para integrar a favela à cidade, foi construído o "metrocable" que é um teleférico que liga o topo do morro com o metro da cidade, sem custo adicional.
O CENTRO é muito bonito, com as tradicionais igrejas e praças, pedintes e mendigos, vendedores ambulantes e feiras.
Faltou conhecer o cemitério onde está enterrado PABLO ESCOBAR. Sim, ele, o conhecido narcotraficante morto na década de 90. O interessante de estar aqui é que se pode conhecer a história por um outro ponto de vista... Ainda terei que ler um livro sobre este cara, mas direi algumas coisas que descobri sobre ele:
- sim, ele era narcotraficante!
- ele tinha tanto dinheiro que houve uma época que quis pagar a dívida externa colombiana (e não pode, claro).
- ele construiu escolas, hospitais, casas para a população (entre outras coisas).
- um dos motivos do seu assassinato foi que ele estava querendo se candidatar a algum cargo político (e possivelmente ganharia)
Ouso a dizer que muitos políticos, só no canetaço, matam tanto quanto (ou mais) que a guerra do tráfico. Que eles ganham muito com o narcotráfico e querem que ele continue existindo. Ainda, desviam o $$ de obras para a população para seu próprio beneficio. Então, me pergunto quem fez mais por seu povo: o Pablito ou nosso querido ACM? claro, não poderia resumir o nosso complexo mundo e o mundo da política nos nomes e nas situações que citei, mas esses são fatos que me fazem pensar.
Continuando Trainee Weekend, teve um Global Village! Que é isso?? Bom, este foi um evento durante o dia, numa universidade de Medellin, os trainees tiveram banquinhas para apresentarem seus países. Éramos 6 brasileiros e, claro, a banca mais animada! (teve até tchu-tchu nos estudantes que perguntavam "quero tchu-tchu grátis"). Foi um dia cansativo, mas que fechamos com chave de ouro: a festa de noite foi numa CHIVA! Chiva é um ônibus típico da região (inclui Equador, Colombia e Venezuela) que tem festa com música ao vivo: sim, enquanto o ônibus anda, a banda toca e a galera faz a FESTA.
Dizem que para fazer turismo a Colombia é um dos melhores lugares, pois tem montanha, praia (o caribe é aqui!!), selva, deserto, ruínas. Sendo assim, noutro feriadão fomos para "El desierto de Tatacoa" e para "San Agostin". O deserto {e bem quente e seco, como se imagina, mas depois de uma longa jornada, se chega a uma piscina de água mineral. É uma beleza! San Agostin já é mais friozinho, pois é montanha... e lá tem ruínas, na verdade, o que mais tem são oferendas de vida e morte, esculpidas em pedra. Para mim, o mais interessante de San Agostin foi fazer um passeio a cavalo, que durou 4 horas, mas que nos deixou doloridas por 4 dias! O meu cavalo, para variar, era o mais louca e que gostava de ficar na frente dos outros sem deixar eles passarem...
Outra coisa bem legal que fizemos foi ir numa catedral construída numa MINA DE SAL! Os mineiros, muito religiosos, começaram a construir recantos de oração na mina, abaixo da terra, para rezarem por sua segurança. O que aconteceu é que isso foi crescendo e acabou virando uma gigantesca catedral, que hoje rezam missas, num lugar onde outrora fora uma mina de sal. Ah, e eu comprovei: lambi as paredes e vi que era de sal mesmo!
Hoje, dia 17 de agosto, vamos para Cali, outra conhecida cidade devido a seu cartel. Volto na segunda de noite (que é um feriado) e na quinta já chego no Brasil para minha formatura!
Beijos
Nicole
09/08/2007
Nicolândia

- meus pés ficarão em dúvida do lugar de aportar,
- meu coração ficará dividido entre mais algumas pessoas e lugares,
- minha cabeça já não saberá se sabe mais ou menos sobre o mundo e
- minha alma ficará um pouquinho mais completa.
Após cada viagem fico pensando quando verei novamente os amigos que fiz e quando meus meu corpo, meus olhos e minha alma voltarão a encontrar os lindos lugares que conheci. Foi pensando nisso que resolvi criar a Nicolândia! A Nicolândia é uma terra muito legal e todos meus amigos, amigos de amigos e família estão convidados a conhecer e viver. Algumas informações sobre este lugar:
Idioma: nicolano
Religião: nicoleísmo, onde os princípios são "Energy is allwhere" e "respeito".
Capital: Nicollette
Moeda: nicoleal
Área: o suficiente para caber todos os habitantes
27/07/2007
Bogotá
Eu não me sinto longe de casa estando aqui. As pessoas são muito receptivas e, como se diz por aqui, "muy amables". Até os rostos parecem familiares. Aqui há diversas etnias misturadas: morenos (tipo espanhóis), loiros (tipo holandês), indígenas e negros. As pessoas são muito bonitas, com mil biotipos, assim como no Brasil.
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12/07/2007
Viajando por Colômbia
Este é o Valle e Cocora!05/07/2007
Chegando em Bogotá
A vida cultural aqui é muito intensa! Sempre há apresentações gratuitas de tudo o que é coisas, todo dia há alguma rumba para ir, bares, cafés.... Uma coisa bem legal é que tem uma rua no centro: nas sexta-feiras, pela noite, ela fecha e fica um lugar livre para tudo o que é tipo de coisas... na primeira vez que fui tinha uma orquestra num canto e no outro um showzinho de rap, no meio estátuas vivas, e outras apresentações diversas, enfim, tem de tudo!
Se localizar aqui é bem fácil... as ruas todas são numeradas em uma ordem crescente, começando pelo centro. Por exemplo, eu trabalho na parte mais antiga do centro e o endereço é Carrera 3, # 14-48 (isto é, fica na avenida 3, com a rua 14). Se um dia eu me perder, é porque caí num buraco: as calçadas aqui do centro são todas esburacadas, variando do buraquinho que te faz cair no chão até o buracão que faz tu entrar para o subsolo da cidade! mas não se preocupem, sempre olho pro chão ao caminhar... é mais fácil eu cair sozinha do que num desses orifícios! O transporte também é bem facilitado: aqui eles tem o Transmilenio, que é um sistema de ônibus baseado nas experiências de Curitiba (poder tomar mais de uma linha de ônibus, pagando uma passagem) e Porto Alegre (faixas nas ruas exclusivas para os ônibus) e os táxis são baratos. Para uma cidade de 8 milhões de habitantes, não considerei o transito tão caótico.
31/05/2007
Meu novo endereço

09/05/2007
Caso ou compro uma bicicleta?
07/05/2007
Olha eu aqui!
Meus motivos são ter um espaço para:
1º - expressar o que penso da vida, do mundo,
2º - relatar minhas viagens por aí, sem enviar e-mails gigantescos e
3º - ser um pouco egocêntrica, achar que tudo que digo é muito interessante e desperta um profundo interesse por todos!
Antes de lê-lo, saiba que:
1º - não farei atualizações semanais nem diárias e sim, de acordo com o humor e vontade da autora aqui.
2º - todas as opiniões são baseadas nos meus conhecimentos e experiências e em nenhuma hipótese são opiniões conclusivas, aliás tudo é relativo, já dizia alguém por aí.
3º - apesar de eu usar parágrafos 1º, 2º e 3º, não sou muito adepta deste tipo de argumentação com uma ordem lógica e facilmente entendível. Prefiro o Caos.
E boa noite.

